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Acemar Meneguetti Pase


Ana Paula Salles Cherobini


Angelo Freo Simonetti


Cristiane Bertoldo Moro


Eder Gubiani Londero


Ivair Carlos Barichello Maziero


Jussara Pase Moro


Neimar Bottega
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Boa noite a todos. Quero cumprimentar o presidente da casa e os demais vereadores, pessoas aqui presentes e o público que nos acompanha pelas redes sociais. Como representante do grupo de mães atípicas do município de Ivora, mulheres de mãos dadas ressignificando seu eu, mãe de um menino autista, quero agradecer aos vereadores pelo projeto 002-2026, que foi pensado para auxiliar os portadores de TEA. Salientar a importância do mesmo para essa população, profissionais e famílias que trabalham com essa demanda, também esclarecer alguns comentários sobre o assunto. Ressaltar que sim, há leis federais, leis do próprio SUS, que garantem inúmeros direitos e benefícios, mas dizer que, entre a existência das leis e sua efetiva aplicação, ainda existem inúmeras lacunas e dificuldades. Os próprios funcionários do SUS, por várias vezes, não as conhecem ou não têm o empenho necessário para aplicá-las. Dizer que, por diversas vezes, nós, pais responsáveis, passamos por desgaste emocional, social e psicológico, tentando expor e conscientizar as pessoas envolvidas sobre isso, bem como nas demais esferas públicas e sociais. Tendo por base todas essas dificuldades, percebemos a importância, a relevância e o projeto apresentado. Penso que a criação, as leis municipais, nos dão mais suporte, segurança e autonomia. Torna esse desafio que é o autismo algo mais próximo e desperta a empatia e conhecimento real e necessário. Quero deixar registrado aqui a participação das famílias nesse processo, muitas ideias surgiram em conversas no grupo de mães e outras foram levadas diretamente ao prefeito e aos vereadores por mim. Isso prova que houve, sim, um debate com as partes envolvidas. Enquanto mãe de uma criança com TEA, sinto na pele as falhas do sistema de saúde e educacional e o preconceito que cerca essas deficiências ocultas, pois, da mesma forma que há profissionais preocupados, preparados, humanos e com grande empatia e força de vontade de promover o desenvolvimento, inclusão e acolhimento, mesmo assim ainda há profissionais dessas áreas que dão as costas para tudo isso e não demonstram interesse, empatia e força de vontade, dizendo que isso é um problema dos pais e que são eles que devem lidar com isso. Mas, em contrapartida a tudo isso, não posso esquecer de quem faz a diferença dos anjos disfarçados de professoras, colegas de turma e demais profissionais e pessoas comuns que decidiram caminhar nessa estrada conosco, nos apoiando, sem julgamento e acusações. Porque, sim, quando se tem um diagnóstico de TEA, a pergunta que nos fazem é o que você fez para ele nascer assim? Lembrando que TEA é um transtorno de neurodesenvolvimento que afeta várias áreas, principalmente a comunicação e a socialização. Por fim, quero agradecer aos vereadores autores do projeto, Eder Londero e Tiago Tonel, e aos demais pela votação, bem como ao prefeito municipal, por todas as vezes que me atendeu em seu gabinete, senhor Josemar Zorzi Osmari, por ter acolhido minhas reivindicações e ouvido ideias e sugestões, bem como à secretária de Educação, Iracema Simonetti Zorzi. Enquanto representante do grupo de mães, quero dizer que vou continuar defendendo essa causa, não apenas pelo meu filho, mas por todos os outros e pelos que ainda virão. Serei voz dessas mães e dessas crianças e adolescentes que ainda não sabem de seus direitos, mas eu sei. Esse é o meu projeto e propósito de vida. Atenciosamente, Cassiana Aparecida Rodrigues do Prado, representante do grupo de mães atípicas do município de Ivorá.
mostrar maisSaúdo o presidente da casa, vereador Assemar Pase, saudando-lhe, saúdo à mesa diretora, vereadores e vereadoras, os assessores, jurídico Alcione e legislativo Paulo. Saúdo também o André, que vem nos prestigiar nesta noite, participando também, vendo como é tratado o trabalho da câmara. E, desde já, quero lhe dizer sobre a demanda que vocês me cobraram. Antes já conversei com o secretário, André, e ele ficou de lá ver e tentar resolver o problema. Hoje quero falar de um assunto que foi muito debatido, principalmente nos finais de semana, quando a gente se encontra com os amigos, que é o calçamento da Piruva. Eu estou dando uma sugestão, quero que não me interpretem mal. Eu acho que o único calçamento que foi feito, até hoje, de pista inteira no município do Ivorá foi aquele. E as pessoas, talvez elas não tiverem noção, se é que elas concordaram, que, em um período, em locais de agricultura familiar, pequenas propriedades, as pessoas precisam sempre estar passando e estão tendo dificuldade com isso. É o que a gente debate, o que a gente escuta, e o que a gente, eu acho que, a partir dos... Porque agora não tem o que fazer, já está acabando a parte de cima, depois vai ser feito um trecho em frente à comunidade e vai ter um desvio. E me preocupa também da forma que está fazendo, mas eu não sou engenheiro, não vou debater, o resultado se espera para depois. Porque, antigamente, essa galeria que está sendo construída, fizeram uma divisória no meio. E eu, na época, comentei isso, não vai dar certo. Porque, se você tem uma divisória no meio e vem qualquer... vamos dizer, qualquer entulho, vai trancar e vai segurar, e o que aconteceu, todo mundo sabe, não precisamos discutir. Continuando, falando dessa galeria, eu acho que está um pouquinho demais. A cidade está ficando feia e isso não está sendo resolvido. E, pelo amor de Deus, o contrato é quatro meses, estou com o contrato aqui na gaveta, se alguém quiser ouvir. Já foram para oito. E eu calculo que vai para mais quatro ainda, do jeito que está. Porque agora a prefeitura vai ter que fazer o calçamento, onde foi retirado. Então, colocando o calçamento, mais o que está para ser concluído, e outra coisa, não sei se vocês perceberam, a proteção de um riacho, onde passa a água, ela sempre é feita em forma de V, aí é em forma de A. É só olhar de cima da galeria que vocês percebem. E o que é que isso acontece? Muito mais fácil de cair. Isso podem ter certeza. Qualquer engenheiro, ele vai dizer que a probabilidade maior é de cair. Outra questão, que eu estou dando uma sugestão. Quando a prefeitura, isso não aconteceu hoje, acontece sempre quando faz alguma doação, tipo banheiros. Eu acho que deveria, é uma sugestão que eu dou, posso até estar errado e não sei também a disponibilidade do recurso que você tem completo. Porque se o cara já está lascado, já está precisando do banheiro, a mão de obra é muito mais cara para fazer o banheiro do que o material. A nossa mão de obra se torna cara. E daí essas pessoas vão ter dificuldade de fazer o banheiro. Outra questão também que eu gostaria de falar. Novamente, no final de semana, o hospital precisou da ambulância do corpo de bombeiro. E ela foi levar um paciente, parece que não está muito bem de saúde. Eu procurei no orçamento e não vi conta aberta do Poder Executivo em colaborar com um valor que se tornaria até irrisório na questão do orçamento município. Acho que nós teremos sim, porque eles prestam um trabalho gratuito. Vocês imaginam, um sábado de noite, um voluntário se deslocar e a Santa Maria levar, esperar no hospital e voltar gratuitamente. Acho que nós temos que fazer, sim, uma pressão. Uma pressão educadamente mostrando as questões e fatos da necessidade. Junto ao governo municipal, que R$ 2.000, R$ 3.000 por mês no orçamento município não muda nada. Isso vocês podem ter certeza. E outra coisa que eu quero desejar para todos os colegas é um bom recesso, 30 dias que, com certeza, nós não vamos parar, porque nós vamos ser cobrados da população em várias situações. E que todos nós voltemos com o mesmo ânimo que sempre estivemos aqui nessa casa. Muito obrigado.
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Boa noite, presidente, colegas vereadores, nosso assessor Alcione, Paulinho e o André também que nos assiste hoje. Também aqui hoje falo que logo mais nós temos um projeto da farmacêutica, que nossa farmacêutica logo mais não estará conosco no posto, que fez um trabalho tão competente nesses anos na farmácia. Sempre que precisamos, eu precisei principalmente do atendimento dela, ela foi muito empenhada, ela foi muito dedicada e prestou um baita, um excelente serviço para a população do município de Ivorá. Desejo a ela, nessa nova jornada, muito sucesso. Também aqui falo da associação dos empreendedores de turismo de Ivorá, que agora nós temos um ponto, até não está pronto o nosso espaço, enfim, de informações turísticas do município. Então, final de semana, nós temos ali o portal Inflável, que nós tivemos um recurso do SICREDI e dos próprios empreendedores, que ali tem todas as dúvidas que o turista chegar e precisar ter aqui em Ivorá. Também faço um convite, em nome da presidente e da Nádia, que quem quiser se associar nesse empreendimento de turismo, nós estamos de braços abertos, colegas vereadores, para receber a cada um. Eu sempre digo que o turismo vem acrescentar e agregar e vem com muito potencial e muito valor para o nosso município. Era isso, presidente. Muito obrigada.
mostrar maisBoa noite, mesa diretora, colegas vereadores, quem nos acompanha aqui e via Facebook. Eu me inscrevi hoje no grande expediente para falar também sobre o calçamento ali na Piruva, como o vereador Neimar falou. É uma época de colheita, de safra, e o pessoal precisa muito daquela estrada. E como ela fica totalmente fechada para as obras, acaba ocorrendo vários transtornos e o pessoal tem que fazer todo o trajeto pela Linha Cinco, e isso acaba dificultando muitas vezes o pequeno produtor que mora ali, que podia fazer esse trajeto mais rápido e acaba tendo que fazer toda a volta pela Linha Cinco. Eu estava lendo o contrato aqui, e o contrato diz que tem 12 meses para ser feita a obra. E o pagamento da obra será feito quando tiver 60% da obra concluída. Muita gente está me questionando sobre o jeito que está sendo feito. Se não vai ser um calçamento que nem na saída da cidade, todo irregular, porque nem começou a passar caminhão e trator e já tem lugar que está caindo meio fio e caindo as pedras. Então a gente tem que, antes de pagar, tem que estar em cima fiscalizando essas obras, porque depois que pagou, não adianta reclamar. Então é dever dos vereadores fiscalizar e cobrar isso. Outra questão é que hoje começou de novo a trabalhar a empresa do asfalto, a Tino. Muita gente também estava questionando que eles tinham parado alguns dias, mas é porque não estavam encontrando uma empresa para fazer a colocação do piche. Agora hoje começaram a trabalhar, então tomara que logo esteja colocado o piche na 348. Também dar os parabéns para a Associação de Empreendedores Turísticos, que nem a Cristiane falou. Esse final de semana teve muito turista aqui no nosso município, e um ponto de informação para os turistas é de grande importância. Parabéns à Nádia Moro, que é presidente, e para os outros 23 membros da associação. Outro fato é sobre a patrulha agrícola no município. Logo que eu entrei como vereadora aqui no município, eu questionei sobre a patrulha agrícola. Agora vai vir uma enciladeira, que a vereadora conseguiu, só que hoje no município nós temos uma enciladeira. Daí nosso município é totalmente agrícola, e a pessoa, o produtor que precisa fazer cilagem, agora na época do milho, tem uma enciladeira que infelizmente está quebrada. Então, do jeito que está, eu penso que não adianta. Tem que começar a cobrar um valor simbólico de cada produtor, e quando chega esse equipamento, esse implemento na garagem, ter um mecânico, alguém para fiscalizar esses implementos. Porque o produtor acaba perdendo sua safra, passando trabalho, e como que fica? A gente é um município totalmente agrícola, e temos hoje uma enciladeira que está quebrada. Ah, nós vamos consertar. Tudo bem. Só que o milho está lá na lavoura, e daí vai fazer o quê? Como que vai ficar o produtor? O produtor não pode ficar esperando, e se começa a chover, perde o milho. E o que vai acontecer? Era isso, meu, muito obrigado.
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Boa noite, senhor presidente. Boa noite, caros colegas. Boa noite ao nosso assessor jurídico, ao Paulinho. A todos que nos acompanham das suas casas. Ao André, me fugiu o nome, que nos acompanha aqui do plenário. São vários assuntos que eu gostaria de elucidar nessa noite. Primeiramente, eu agradeço ao ofício da Cassiane, e parabenizo ela pelo desempenho que ela tem, pela luta, pela garra. Falei com outras mães atípicas também no final de semana. Eu agradeço por não terem entendido de forma equivocada a minha posição, a minha fala, porque, logicamente, quem me conhece sabe o quanto eu luto e quanto eu sempre lutei pela qualidade do atendimento da saúde no município. Quero que todas possam contar comigo nessa luta, assim também como outras lutas que eu elenquei, que eu seria defensora e continuarei sendo. Por exemplo, os bombeiros voluntários, que o colega Neimar falou. Quem não entendeu a minha fala da semana passada, ou qualquer outro tipo de dúvida, eu estou à disposição para esclarecimento. De forma e maneira, é oposição ao projeto, de forma e maneira é crítica, apenas é uma construção coletiva e que ela precisa ser acompanhada de perto, muito de perto. Porque temos um concurso pela frente e esse projeto vem ao encontro do que o concurso pode oferecer para esse grupo de mães, para atender seus filhos, considerando que devem ser colocados ali os profissionais requisitados, por elas, inclusive, para que sejam contratados de forma correta no município, seja por poucas horas, menos horas, enfim. Mas que seja uma maneira, vamos dizer assim, que não deixe o município na mão. Porque hoje a grande dificuldade de alguns profissionais da saúde é que não tem e não vem atender por pouco, entendeu? Por poucas sessões, por poucos atendimentos, então deixa muita gente desassistida. Então é uma luta para que o concurso também possa abranger esses profissionais para dar atenção para essas crianças que precisam de atendimento contínuo. Vou seguir, então, só ratificando as falas do colega Neimar, eu ia falar aqui sobre os bombeiros voluntários. Eles lançaram uma campanha de pedido de socorro, sim, porque tudo tem um tempo e tem um limite também. As campanhas feitas já se esgotaram os recursos e o trabalho, saliento novamente, o trabalho é voluntário. O tempo de cada voluntário é voluntário. Mas os veículos não vão para a oficina voluntariamente, eles não andam voluntariamente, eles precisam de recurso e de manutenção. Outro dia me mandaram uma mensagem pedindo um equipamento especial para mergulho e outras coisas. Nós não temos nem o básico do básico no município. Então a gente está recém montando a Associação dos Bombeiros Voluntários e carece muito equipamento e recursos para manutenção. Então eu gostaria muito que o prefeito tivesse uma atenção especial ao pessoal ali das finanças, enfim, que pudesse ver uma forma de repassar um valor para o custeio desse serviço que eu acredito que é de suma importância no município. É um apoio, como eu digo, ao serviço da saúde já existente. Também queria falar sobre a RS-348 da parte de cima, vamos dizer assim. Ali na região próxima onde eu moro, que tem bastante moradores me mandando mensagem, relatando. E a situação dos buracos que tem na rodovia, que está passando carro e está quebrando carro, principalmente nos finais de semana, que tem bastante passagem de turista, que não conhece o local, não passa todo dia. E eu passei, realmente tem algumas situações ali. E o que mais me preocupa também agora no final, no início da safra, é a roçada das laterais. Porque sabemos que, apesar de não poder, é lógico que não se vai pelo ar, tem que andar, então as coletadeiras vão passar pelas estradas e vão estragar, com certeza. Então é preciso também que se tenha uma atenção especial para uma roçada geral, um apoio especial. Eu já falei com o DAER sobre todos esses assuntos, já falei com o Paulo, mas a equipe estava de recesso, então agora não sei quando eles retornam. Mas se o prefeito entrar em contato, o vice-prefeito, também é uma forma de fortalecer esse pedido para que seja feita roçada e conserto dos buracos que tem na RS ali, porque como fica feio um acesso ao município todo esburacado. Então as pessoas daqui a pouco ficam optando por outros caminhos. Então a gente também precisa dessa manutenção do asfalto. Sobre a farmacêutica, eu gostaria de desejar para a Jéssica toda a felicidade do mundo. Ela entrou no cargo dela no município, na minha gestão, como secretária de saúde, e foi uma... Todo o tempo, ela foi uma excelente profissional. É uma pena que o município perde uma profissional do nível dela, muito preocupada com a assistência, e muitos projetos foram desenvolvidos junto com ela. A criação do plano municipal de assistência farmacêutica. Então várias coisas foram construídas com ela, e ela sempre muito proativa e muito eficiente. Um desejo que o município consiga outra profissional, outro profissional do mesmo nível que ela, empenhado no desenvolvimento das suas funções e no atendimento às pessoas que precisam. Porque a diferença de todo o setor público e privado está no atendimento. E ela tinha um carisma muito grande, uma competência muito grande, um entendimento de todo o funcionamento do sistema. Então o meu desejo é que ela seja feliz na nova caminhada, e que o município seja feliz na nova contratação também, que todos nós merecemos ser bem atendidos. Ao mesmo encontro, ao mesmo tempo que eu falo da RS 348, fica o meu pedido, agora que a gente está entrando em recesso, para que a Secretaria de Obras e Agricultura dê uma atenção especial para as entradas das lavouras, que tem bastante pessoas pedindo, tanto bueiros quanto... melhorar o acesso para que as pessoas possam fazer as suas colheitas. Então, já foi falado isso. Então, é um momento especial de facilitar a vida do agricultor para que ele possa escolher os seus produtos, e tomar que tem uma ótima safra também, que é a expectativa. Em breve voltaremos, então. Muito obrigada, Sr. Presidente.
mostrar maisCom certeza, esse movimento que o município está recebendo, esse grande número de veículos que estão se deslocando nesses finais de semana, realmente faz, cabe... A gente até acabou esquecendo, mas temos que lembrar da administração que de uma pressão no DAER que faz essa avançada, porque ela está praticamente fechada. E a questão também dos tapaburacos, eles fizeram esses dias, um pouco, mas o movimento é muito grande, muitas pessoas se deslocam até o nosso município, e nós temos que dar condição. Não adianta só nós nos preocuparmos, que nas nossas estradinhas tem que ter um acesso melhor. Mas, na medida possível, com certeza vai se ajeitar isso também.
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